Abertura de feira profissional e sete acuações marcam 2º dia de AME

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O ciclo de concertos que marcou o segundo dia do Atlantic Music Expo aconteceu em simultâneo com a feira profissional que deverá culminar com a última actividade em agenda. O palco da pedonal recebeu M’ Toro Chamou – do Arquipélago das Comores, Renata Rosado Brasil, tendo os Africa Rainbow fechado a noite.

A tarde de música começou com “txabeta” e requebras do grupo Terrero.
Somando partículas de nostalgia na performance, que de forma sútil lembrava ao respeitado Pantera, Carlos Lopes, artista natural de Pico Vermelho, residente em França, surpreendia aos ouvidos de quem lá esteve, assumindo uma vertente tradicional particular, cantada num “krioulo krankran”, se colocando na órbita do mercado como uma promessa.
Era para ouvir-se uma voz da Guiné-Bissau, mas tendo Eneida Marta cancelado o show, um grupo de Senegal, se valeram do palco para mostrar a sua cultura.
Do Brasil, Renata Rosa acompanhada da banda e da rabeca, fez ecoar no plateau, ritmos tipicamente nordestinos, com cantos que rendeu-lhe prémios como Melhor Disco de Música do Mundo (Le Monde de La Musique-2014) e Melhor Cantora Regional (Prémio da Música Brasileira 2009).
Cruzando mares, M’ Toro Chamou apresentou-se como um fervente representante da cultura Mayotte, uma das ilhas do Arquipélago das Comores, Oceano índico.
Volvidos a terra, Assol Garcia de Djarfogo, exibia na sua voz, a “Alma de Menino”, marcando sua estreia no AME e num palco aberto ao público da capital.
Os últimos e os mais esperados, Baluka e companhia accionaram os Afrika Rainbow, fazendo corpos balançarem em sintonia com o que de melhor se faz em reagge nestas ilhas.

LG


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