
Silver Jazz
És do tipo que prefere lugares tranquilos sem muitas pompas e circunstâncias, mas que conserva um certo glamour? Nesse caso lhe é sugerida uma visita ao Silver Jazz, um espaço de espírito vintage que lhe propõe sobretudo o “estar a vontade”.
No copo, o pub capricha em coquetéis e shots. Colorido e variado, o drink list é reinado pelo shark attack (ataque do tubarão), muito embora o mais popular seja o velho caipira. O shark não é o único aquático com presença na casa. Mariscos são obrigatórios e de entre eles, lula e polvo são os pratos que dominam as saídas.
Numa das ruas mais privilegiadas do plateu, o Silver Jazz, nome atribuído em homenagem ao malogrado pianista e compositor de jazz, Horace Silver, oferece o que consideram o seu diferencial. Música, muita música no Open MIC. Ou seja o palco é irrestrito, qualquer um pode ariscar\improvisar umas notas num dos vários instrumentos a disposição. O estilo também é a critério do freguês. Se por ventura gostou do clima, perpetue a sua marca na parede, ele também é seu. Sim, podes voltar vezes sem conta e sobretudo para levar tapas. Calma ai, são aqueles, os famosos aperitivos e petiscos oriundos de Espanha. A rota alcança o Silver Jazz as quintas-feiras. Já nos Jam Sessions, pizzas, hambúrguer e bruschetta concorrem entre si.
A porta abre-se das 9 horas da manhã para o preparo do almoço e é recolhido por volta da meia-noite entre as segundas e quintas-feiras. Nas sextas e nos sábados a recepção estende-se às duas da madrugada. Prometem abrir aos domingos sempre que se justifique, e manter novidades no menu.
Mais do que bebidas e comida, Silver Jazz quer passar o conceito de espaço descontraído, para desmistificar a formalidade do Centro Histórico-Cultural da cidade. E por isso foi um dos restaurantes mais baldados por ocasião do AME e do Kriol Jazz festival. Lugar ideal para grupos de amigos.
LG