Tahir Carl Karmali’s- Jua kali
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Tahir Carl Karmali’s |
“... Jua Kali series are straight out of Mad Max, if Mad Max was in
Nairobi and starred Kenyan artisans.”
JUA KALI, é da linguagem suaíli, idioma banto e significaria “Fierce Sun” (Sol Feroz).
Um combinado surreal de fotografia, escultura e pinturas abstractas, tendo alguns cenários de Oeste d’África como background, retracta o quotidiano informal de Nairobi (Quénia) com forte entoação na tecnológica.
Making of:
Basicamente, os retractos são compostos por um background recheado de pedaços individuais, de peças aleatórias, coisas que o artista recolhe de pontos de reciclagem.
Os modelos da imagem são artistas, escultores, fashion designs, escritores, fotógrafos, dançarinos, pessoas ligadas a indústria criativa e as sessões foram feitas fora do estúdio.
Inspiração?
A cidade e as pessoas criativas que vivem nela. O jovem que viajou para Nova York, há 2 anos, para fazer mestrado em Fotografia Digital, explica que o projecto é reflexo de pessoas que têm-lhe demonstrado esta filosofia de resiliência, resistência, “o empurrar da vida para frente, rumo a criação do mundo em que nela desejam viver- um que não é ditada pela indústria formal.”
JUA KALI, é da linguagem suaíli, idioma banto e significaria “Fierce Sun” (Sol Feroz).
Um combinado surreal de fotografia, escultura e pinturas abstractas, tendo alguns cenários de Oeste d’África como background, retracta o quotidiano informal de Nairobi (Quénia) com forte entoação na tecnológica.
Making of:
Basicamente, os retractos são compostos por um background recheado de pedaços individuais, de peças aleatórias, coisas que o artista recolhe de pontos de reciclagem.
Os modelos da imagem são artistas, escultores, fashion designs, escritores, fotógrafos, dançarinos, pessoas ligadas a indústria criativa e as sessões foram feitas fora do estúdio.
Inspiração?
A cidade e as pessoas criativas que vivem nela. O jovem que viajou para Nova York, há 2 anos, para fazer mestrado em Fotografia Digital, explica que o projecto é reflexo de pessoas que têm-lhe demonstrado esta filosofia de resiliência, resistência, “o empurrar da vida para frente, rumo a criação do mundo em que nela desejam viver- um que não é ditada pela indústria formal.”
Para saber mais sobre esse que é considerado um AFroFuturista Mais:
1-http://tahirk.com/
2-https://vimeo.com/
3-http://www.okayafrica.com/