Sobre o dia da ‪#‎África‬:
25 de Maio

Trago uma artista, que ainda que nascida do outro lado do continente- (Canadá, Toronto), percebe as ‪#‎mulheres‬ deste contente com tal delicadeza, que deixou-me encantada, particularmente pelo projecta‪#‎Moondust‬.




 “Tudo foi criação da minha imaginação, elementos como cabelos e jóias foram inspiradas por imagens que eu me deparei. Os olhos ficaram 'vago' prestar-se a uma forma mais escultural e para adicionar ao outro mundo:”

  O projecto que reúne o total de dez peças (12,5 x 19,5), foi feito em homenagem todos mas mulher de ‪#‎cabelo‬ ‪#‎afro_natural‬, de todo o mundo.
Sara é especialista em desenho figurativo e de pintura nos estilos de Realismo Mágico e afrofuturismo. É Bacharel em Belas Artes, (2008) a partir do Ontário College of Art & Design.


Tem feito desenho e pintura de murais, baixo-relevo, douramento e acabamentos faux em estilos tradicionais e contemporâneos. Também trabalhou em high-end residenciais, corporativos e projectos de design de interiores para Toronto, Nova York, Los Angeles, Saragoça e Barbados.
Material:
-carvão vegetal, Conte e tinta prateada em papel tonificado.











Sara Golish








11 de Maio: Jamaica cai em pranto ao receber a notícia do ‪#‎falecimento‬ de‪#‎BobMarley‬. O corpo foi transladado de New York, e foi sepultado no dia 21 do mesmo mês entre lágrimas e ‪#‎Regae‬.




                    • 2 dias depois…



Karol Wojtyla aka ‪#‎PapaJoãoPauloII‬, sofria um ‪#‎atentado‬ em plena Praça de São Pedro. Os dois disparos foram protagonizados pelo turco ‪#‎Mehmet‬Ali Ağca. Este foi condenado à prisão perpétua, mas sua vitima sobreviveu para perdoa-lo . Ağca converteu-se ao cristianismo e foi solto depois de cumprir 29 anos. Em 2014 voltou para vaticano, onde depositou flores na tumba do papa.


                   • 2 dias depois…




• 2 dias depois…
Edson Arantes do Nascimento aka ‪#‎Pelé‬, completava a volta olímpica, ostentando o grande ‪#‎troféu‬, que o distinguia como ‪#‎atleta‬ do século XX.


                      História..


Tahir Carl Karmali’s

“... Jua Kali series are straight out of Mad Max, if Mad Max was in Nairobi and starred Kenyan artisans.”

JUA KALI, é da linguagem suaíli, idioma banto e significaria “Fierce Sun” (Sol Feroz).

Um combinado surreal de fotografia, escultura e pinturas abstractas, tendo alguns cenários de Oeste d’África como background, retracta o quotidiano informal de Nairobi (Quénia) com forte entoação na tecnológica.

Making of:


Basicamente, os retractos são compostos por um background recheado de pedaços individuais, de peças aleatórias, coisas que o artista recolhe de pontos de reciclagem.

Os modelos da imagem são artistas, escultores, fashion designs, escritores, fotógrafos, dançarinos, pessoas ligadas a indústria criativa e as sessões foram feitas fora do estúdio.

Inspiração?


A cidade e as pessoas criativas que vivem nela. O jovem que viajou para Nova York, há 2 anos, para fazer mestrado em Fotografia Digital, explica que o projecto é reflexo de pessoas que têm-lhe demonstrado esta filosofia de resiliência, resistência, “o empurrar da vida para frente, rumo a criação do mundo em que nela desejam viver- um que não é ditada pela indústria formal.” 















Para saber mais sobre esse que é considerado um AFroFuturista Mais:

1-
http://tahirk.com/ 
2-
https://vimeo.com/102216457 
3-
http://www.okayafrica.com/news/tahir-carl-karmali-jua-kali-photos/

Conversa com Embaixadores, protagonizado pelo Embaixador das Nações Unidas, José Pinto Teixeira, na Livraria Pedro Cardoso.
Pontos de destaque:  

UNIÃO EUROPEIA
1. Até hoje nenhum país saiu da EU, os Tratados não previam nem expulsão nem saída de país; 
2. Saída do Reino da Grã Bretanha União Europeia terá um empato político e económico imprevisível;
3. Abre-se uma caixa de pandora;
4. A crise dos Refugiados tem alimentado grandes diferenças de pontos de vista entre países que querem ou não refugiados. E por isso a União europeia vive grandes tensões de consequências imprevisíveis;

PARCERIA ESPECIAL

1. Há muita desenformarão tanto por parte das autoridades quando da população relativo ao real propósito da Parceria Especial;
2. Ela não é um instrumento de ajuda, mas sim politico embora tenha componente de ajuda. Não se limita ao financiamento de projectos, (ex. construir Escolas, Hospitais);
3. É constituída por seis pilares: Segurança, Integração Regional, Boa Governação, Convergência Técnica e Normativo;
4. Objectivo geral é elevar todos os seis pilares de forma equilibrada;
5. Quem se beneficia mais? Pergunte-se: “quantas, entre os mais de 500 milhões de pessoas na Europa sabem da existência dessa Parceira?” ;
ACORDO ESPECIAL DE MOBILIDADE
1. Existe um acordo de facilitação de visto para algumas categorias (ex. passaporte de serviços e diplomático; visto de longa duração para académicos, empresário e estudantes);
2. A liberalização do visto é uma via de mão dupla. Quem solicitada a liberalização normalmente faz em condição bilateral, mas isso ainda não aconteceu do lado de Cabo Verde;
4. Exige-se garantias de controlo de fronteiras e aeroportos;
5. Documentos mais seguros;
6. Cabo Verde não tem um problema de migração ilegal, o que é favorável;
ACORDO DE PESCA
1. Acordo pesca não é um acordo de Ajuda, é COMERCIAL;
2. A Comissão Europeia Negoceia com cabo verde mas os Armadores é que decidem pagar por cada tonelada de Peixe;
3. Eles só vêm para ganhar;
4. Embora Cabo Verde tenha uma extensa plataforma marítima, possui uma riqueza de pesca muito inferior ao de Mauritânia ou Senegal, porque não tem plataforma;
5. Os Navios andam nas águas nacionais sem VMS (Open Virtual Memory System) porque cabo verde tem um equipamento incompatível com o europeu. Entretanto, o país já recebeu um orçamento para instalar um aparelho mais sofisticado.

INVESTIMENTO\FINANCIAMENTO VS AJUDA\DONATIVOS
1. Financiamento externo é diferente de Ajuda Externa;
2 Um Investidor financiador privado espera retorno, ainda que tenha o período de graça seja estendido com juros baixos-este dinheiro; 3. O volumo da dívida pública já superou a riqueza total do país, ainda mais 20%. O Governo emprestou, vai ter que pagar;
4. O Governo deve assegurar que o dinheiro investido tenha retorno também para a economia dos pais;
5.Quando se faz uma estrutura, por exemplo uma estrada, tem que se ver custo-benefício justifica-se. “eu penso que muitos dos investimentos que se fez em Cabo Verde, talvez não tenham sido feito estudos”- diz o Embaixador da União europeia em Cabo Verde.


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E assim Abril encerra mais um ciclo de distinção musical. Feitas as contas, 19 prémios, para 13 vencedores, num total de 34 concorrentes. O Noite que em nua verdade reservou poucas surpresas.
Conforme praxe os primeiros começaram a chegar depois das 20:30, com a sala significativamente cheia, Paulino Vieira, se fez sentir em palco, com o tema “Nkria ser Poeta”, mornamente interpretado pelo Hilário Silva, acompanhado por duas bailarinas envolvidas numa capa cintilante, que mais não conotavam do que asas.
Concluída a apresentação coreográfica dos Djam, merecedores aliás, do segundo aplauso, a banda tocava a vinheta, que anunciava a chamada oficial dos nomeados.
Antes disso, na edição que homenageia os poetas das ilhas, solicitou-se a plateia um minuto de silêncio em memória das vítimas, do Monte Tchota. Tributo que por algum lapso não alcançou os 60 segundos.
Anunciada as primeiras categorias e os respectivos nomeados, Hernâni Almeida arrebatava o primeiro prémio da noite- Melhor Produtor Musical.
De fino fato marrom, estampado África as costas, Thairo foi distinguido com Melhor Musica Urbana, também concorrido por Cee Jay Cena, que é o New Talents-IPMA 2016.
Não tardou Hélio Batalha, menino de “Zona Ponta” mostrava que “Oki Fomi Txiga” não tem para ninguém- Melhor Hip Hop\RB.
“De três kê bes”-dizia Indira Araújo, por finalmente arrecadar o troféu de Melhor Animadora De Comunicação Social.
Grandes foram as expectativas do Dj Chefe, Paulão e Jano, todos concorrentes de primeira volta. Entretanto, foi este último a festejar o título de Melhor DJ.
Já “Sentru di Injuria” como Melhor vídeo Clip, conferia ao Thairo o seu terceiro prémio, pois para ele a nomeação por si só é uma memorável conquista.
Composição Inédita, a música Joana chamava ao palco Elida Almeida, que neste momento está numa digressão pela Africa.
Que Miri Lobo é cantor maduro, não si via só pelo alvo do cabelo, mas também no tom e a vontade da voz, ao atear fogo na “Caldeira Preta”.
Onde há “Mudjer Tabadjadera” houve premio de Melhor Funaná. Mais tarde na noite, os Ferro Gaita, de reputação conhecida, exibiram mais da performance que lhes renderam Melhor Atuação em Palco.
“ku xintidu Na Bo”, certamente no troféu, Lippe Monteiro festejou a Melhor Música Eletrónica.
Apenas voz feminina na disputa por Melhor Coladeira. O “X da Questão” é que Lura foi a eleita da categoria, enquanto “Sofia”, made in Santo Antão por Cordas do Sol, deixava “Maria di lida” (Lura) e “Seca” (Sandra horta) de lado, para sagrar-se Melhor Musica tradicional.
Revelação, o poeta de rua Hélio Batalha diz que mais do que um prémio, trata-se de um estímulo para o HipHop enquanto instrumento de emancipação.
Pedido nas rádios, dançado e repetido em festas, o melhor Kizomba não deu pernas ao suspense- Badoxa, com o tema “Ta Me Esperare”.
O melhor vestido da noite foi com largas margens o da Dina Medina, entretanto foi a morna “Sima Kretxeu” de Maria Ramos que fez ecoar aplausos-como o melhor do género.
O responsável do Espaço Aberto de Fazendo endereçava as suas palavras de gratidão pela parceira beneficente, para depois ceder o palco para uma actuação. Se se for falar em surpresas, os créditos são todos do Hilário Brito e da Sadia Youssouf no piano.
Os Melhores Interpretes foram para Lura e Tó Semedo.
Mais para o final, o quarteto composto pelo Chico Serra, Miri Lobo, Olavo Bilac e Tony Pires, protagonizaram uma actuação singular.
Encerradas as votações, Tó Semedo foi literalmente surpreendido com mais uma estatueta. “Porque te Amo ”-Musica Popular do Ano, a marcar suas duas décadas de dedicação. A Plateia foi quase unânime em gritos e aplausos.
Elida Almeida, ainda levou o prémio Sapo Awords 2016.
Assim foram os momentos de destaque da 6º Edição dos CVMA.
Foto Inforpress


Com artistas como Buddha, Hélio Batalha, Vox Sambou e Denise, o UrbanStage, se destacou pela presença juvenil, com um feedback que ainda não tinha sido experimentado. A expectativa também era elevada para o Showcase do Jay Moreira. Do Pedonal extremo à praça Alexandre Albuquerque, com escala aleatória no Luís de Camões, o terceiro dia do AME conheceu um movimento ainda mais rijo.

Nos Day Cases, eram esperados no palácio da Cultura Tiganá Santana, referenciado como o primeiro compositor brasileiro a trabalhar com idiomas africanos em suas canções e Danae Estrela (CV).
Ainda no mesmo espaço, proferia numa conferência, um dos rappers em manchete no Brasil, que homenageara Cabo Verde numa das suas músicas- EMICIDA.
Por volta das 17:30, Buddha baptizava a UrbanStage, mostrando uma vez mais do que é feito o seu trabalho de regresso. Concluído, os Tabanka Reza aqueciam as colunas da pedonal num vibrado particular, trazido de Santa Cruz de Santiago.
A Dupla Kra-Z e PrincessEud não pouparam energia para trazer Haiti ao Plateau, nos melhores do álbum “Joupam”.
Dizem alguns que a sua voz lembra a Tracy Chapman, a representar Senegal cantava Marema Fall, que esteve entre os 10 finalistas do PrixDécouvertes RFI -2014.De Madagáscar, Denise abalava o público com batidas muito próximos do que se ouve por aqui na ala urbana, para depois ceder o palco ao DJ Labelle, que misturava ritmos indianos, africanos e tradicionais de Reunion (França) num vibrar electrónico.
No seu Show Case Faiq Ali & Amarg Experience de Marrocos, celebravamo característico timbre de voz e instrumentos,a autêntica fusão reggae e funk com melodias tradicionais berberes.“O ki fomi txiga”, chama o público para o UrbanStage, onde Hélio Batalha com rimas afiadas em mensagens directas, punha a noite num agito, posteriormente incrementadopelo Gren-Seme (Reunion), que ainda cantando em francês não deixou os presentes na mão.
Pela actuação com músicas em que as letras transitam entre idiomas e estilos mistos,Vox Sambou fazia valer a sua máxima de que a músicaé uma forma de aproximarculturas. Aquilo que Jay chama de “Linguagem Universal”. Desta veza faixa não tocou, mas o Moreira apresentou omelhor do seu último projecto assegurando que hoje, íamos relembrar o “sabi “ de ontem.A noite prometia mais uma das casas da capital, com o DJ Daniel Haaksman (Alemanha) e DJ Cadillac Jack (CV-EUA).
LG



O ciclo de concertos que marcou o segundo dia do Atlantic Music Expo aconteceu em simultâneo com a feira profissional que deverá culminar com a última actividade em agenda. O palco da pedonal recebeu M’ Toro Chamou – do Arquipélago das Comores, Renata Rosado Brasil, tendo os Africa Rainbow fechado a noite.

A tarde de música começou com “txabeta” e requebras do grupo Terrero.
Somando partículas de nostalgia na performance, que de forma sútil lembrava ao respeitado Pantera, Carlos Lopes, artista natural de Pico Vermelho, residente em França, surpreendia aos ouvidos de quem lá esteve, assumindo uma vertente tradicional particular, cantada num “krioulo krankran”, se colocando na órbita do mercado como uma promessa.
Era para ouvir-se uma voz da Guiné-Bissau, mas tendo Eneida Marta cancelado o show, um grupo de Senegal, se valeram do palco para mostrar a sua cultura.
Do Brasil, Renata Rosa acompanhada da banda e da rabeca, fez ecoar no plateau, ritmos tipicamente nordestinos, com cantos que rendeu-lhe prémios como Melhor Disco de Música do Mundo (Le Monde de La Musique-2014) e Melhor Cantora Regional (Prémio da Música Brasileira 2009).
Cruzando mares, M’ Toro Chamou apresentou-se como um fervente representante da cultura Mayotte, uma das ilhas do Arquipélago das Comores, Oceano índico.
Volvidos a terra, Assol Garcia de Djarfogo, exibia na sua voz, a “Alma de Menino”, marcando sua estreia no AME e num palco aberto ao público da capital.
Os últimos e os mais esperados, Baluka e companhia accionaram os Afrika Rainbow, fazendo corpos balançarem em sintonia com o que de melhor se faz em reagge nestas ilhas.

LG







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Autor Desconhecido

Silver Jazz
És do tipo que prefere lugares tranquilos sem muitas pompas e circunstâncias, mas que conserva um certo glamour? Nesse caso lhe é sugerida  uma visita ao Silver Jazz, um espaço de espírito vintage que lhe propõe sobretudo o “estar a vontade”.
No copo, o pub capricha em coquetéis e shots. Colorido e variado, o drink list é reinado pelo shark attack (ataque do tubarão), muito embora o mais popular seja o velho caipira. O shark não é o único aquático com presença na casa. Mariscos são obrigatórios e de entre eles, lula e polvo são os pratos que dominam as saídas.
Numa das ruas mais privilegiadas do plateu, o Silver Jazz, nome atribuído em homenagem ao malogrado pianista e compositor de jazz, Horace Silver, oferece o que consideram o seu diferencial. Música, muita música no Open MIC. Ou seja o palco é irrestrito, qualquer um pode ariscar\improvisar umas notas num dos vários instrumentos a disposição. O estilo também é a critério do freguês. Se por ventura gostou do clima, perpetue a sua marca na parede, ele também é seu. Sim, podes voltar vezes sem conta e sobretudo para levar tapas. Calma ai, são aqueles, os famosos aperitivos e petiscos oriundos de Espanha. A rota alcança o Silver Jazz as quintas-feiras. Já nos Jam Sessions, pizzas, hambúrguer e bruschetta concorrem entre si.
A porta abre-se das 9 horas da manhã para o preparo do almoço e é recolhido por volta da meia-noite entre as segundas e quintas-feiras. Nas sextas e nos sábados a recepção estende-se às duas da madrugada. Prometem abrir aos domingos sempre que se justifique, e manter novidades no menu.
Mais do que bebidas e comida, Silver Jazz quer passar o conceito de espaço descontraído, para desmistificar a formalidade do Centro Histórico-Cultural da cidade. E por isso foi um dos restaurantes mais baldados por ocasião do AME e do Kriol Jazz festival. Lugar ideal para grupos de amigos.

LG
ame





Com um tempo que dispensou casacos, AME se despedia do Plateau com artistas como Jim Job, Mara (Portugal) Kady  e Thairo Kosta, Para ceder protagonismo a 8ª Edição do Kriol Jazz Festival.

O evento que foi um simultâneo de agradecimentos e boas vindas, testemunhado por centenas de pessoas.
As honras de partida do Kriol Jazz Festival foram do José del Pino, que aproveitou a sua actuação para provocar uma certa nostalgia dos Sementeiras, ao chamar para o palco Teté alinho e Mário Lúcio Sousa para um improviso.
Desta feita o homenageado foi o pianista Chico Serra. Felicidade dele que o recebeu em vida e do público que pôde aprecia-lo ao vivo. A contar hoje 69 anos, o percepcionista que se declara aposentado da Electra, mas não da música, fez fluir a morna em dois temas, um dos quais “Eclipse”. Entretanto antes disso, contestava o facto de que há muito não é convidado para actuar na capital onde nasceu e tem muitos amigos. Mais amigo do que em São Vicente, que é sua morada há vários anos. Declaração que chocou, até esta explicação: “porque gente de Soncent já ka bem pe Praia”. Bem-humorado e bom de prosa, Chico despediu-se ao ruído de aplausos.
Posto isso, os Ron Savage Trio tocam no plateau uma vez mais. Quadro diz o cálculo. Já em estreia, com Jeff Herr na bateria, Maxime Bender no saxofone e Laurent Payfert no contrabaixo o trio de talento made in Luxemburgo, exibia a alta energia da  Jeff Her Corporation.

Noite adentro para levantar o astral, El Gato Negro Y Su Combo Tropical fez-se ao palco com um repertório musical de ritmos latinos convidando todos a bailar.
Em jeito de conclusão, N3rdistan  tocava em seu estilo hibrido, músicas resultado de fusão entre diversos como rock, o trip hop, a música electrónica, em Kebra Kabana.
Praia, 15 de Abril de 2016
LG